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IJOBS

IMAGENS DA SEMANA
20/nov - 26/nov


A internet já deve estar cheia de textos, mensagens e todo tipo de homenagens a Steve Jobs que foi um dos grandes ícones da tecnologia, e que jamais será esquecido. E para ser simples e óbvio como ele, criamos o iJobs. Fica aqui a nossa homenagem.

SMARTPHONE x PDA



Smartphone x PDA: briga de cachorro grande

Geladeira comum, geladeira duplex ou geladeira duas portas frost free? Quando um consumidor entra numa loja de eletrodomésticos, logo encara a dúvida. No final das contas, a função dos três eletrodomésticos é a mesma - armazenar alimentos, mantê-los resfriados ou congelados. Mas os modelos são tantos e as funções, tão diversas, que a decisão acaba sendo mais complicado do que deveria ser.

Em tecnologia, o problema é bem semelhante, só que a variedade é ainda maior. E, aqui, não pesam só quesitos como preço ou tamanho: atualmente, os equipamentos se assemelham tanto que fica cada vez mais difícil decidir o que levar para casa.

Foi-se o tempo, por exemplo, em que palmtop era organizador pessoal e telefone celular servia para... falar.

Agora, os conceitos se misturam, os fabricantes de handhelds tiveram de correr atrás, em uma luta desesperada para se manter no mercado, e empresas como Nokia, Motorola, Sony-Ericsson, Samsung, LG e Siemens, dentre outras, antes focadas no segmento de telefonia, mudaram seu ramo de atuação - agora, são fabricantes de celulares e de smartphones, telefones inteligentes que, muito mais do que proporcionar ligações de voz, são capazes de organizar a vida do usuário, mantê-lo conectado ao mundo via email e até mesmo internet e, claro, fazer ligações de vez em quando.

O Blackberry, fabricado pela RIN (Research in Motion) é, disparado, o mais conhecido dos smartphones no exterior. Muito mais que telefone, ele reúne recursos de celular, computador e comunicador pessoal. As operadoras GSM Claro e TIM trouxeram a novidade para o mercado brasileiro, focando principalmente no universo corporativo. Agora a OI vem dominando esse mercado.

O Blackberry é um escritório portátil e traz todas as funções de organização pessoal antes presentes apenas nos palmtops: tem agenda, calendário, lê arquivos em Word, Excel, PDF e Power Point e permite escrever textos - via teclado QWERT - através da opção Memopad.

O acesso à internet é outro ponto forte do Blackberry - os vendidos no Brasil rodam em plataforma EDGE, uma evolução do GSM que proporciona maior velocidade e, conseqüentemente, melhor navegação.

Mas o acesso móvel ao email é, certamente, a maior das qualidades do aparelhinho: nele, é possível configurar várias contas de email e cada uma ganha um ícone na área de trabalho (desktop) do equipamento.

Devido a todas essas qualidades, era de se esperar que o Blackberry chegaria triunfante ao mercado brasileiro doméstico. Bem, não foi bem assim. Principalmente porque a concorrência aqui já é feroz.

A Palm Inc., por exemplo, já chegou pegando pesado com o Palm Treo 650, palmtop com função de celular que também faz bonito nos quesitos conectividade e comunicação. Isso sem falar em entretenimento: a maior parte dos aparelhos high-end que têm sido lançados trazem players de música digital, capacidade de armazenamento de canções e vídeos, fones de ouvido e aplicativos para download de games, ringtones e músicas.

O Palm Treo foi a salvação da Palm Inc., depois de anos e anos de escolhas malfadadas que quase a levaram à derrocada. Os fãs de palmtops (e não são poucos) já tinham perdido as esperanças com a companhia, que há muitos anos vinha decepcionando sua legião de seguidores.

A última grande decepção com a empresa, outrora sinônimo de PDA (organizador pessoal) foi quando, em outubro de 2005, ela anunciou a adoção da plataforma Windows Mobile em seu modelo Treo 700.

O lançamento foi feito exatamente quando uma pesquisa do Gartner Group confirmou que o Blackberry já a tinha desbancado a Palm em vendas de PDAs. Aqui vale um parêntese: mais do que fabricante de palmtops, a Palm Inc. (antes Palm One) era famosa pela interface simples e amigável de seus produtos - todos os aplicativos, e eram milhares, rodavam no sistema operacional Palm OS, o melhor dentre os móveis já criado até então.

Desde o Treo 700, a Palm Inc. nunca mais parou de apostar no segmento dos smartphones. Este ano, ela lançõu o moderníssimo Treo 700w, com capacidade de rodar em plataformas CDMA (adotada no Brasil pela Vivo) e GSM/GPRS (usadas por TIM, Oi e Claro).

Além disso, o novo Palm, ao contrário do irmão 700, roda em Palm OS (vitória dos palmmaníacos) , além de trazer câmera de 1.3 megapixels.

Palm reerguida - pelo menos um pouco - e Blackberry a plenos vapores, principalmente nos mercados americano e europeu - chegou a vez de a Nokia esquentar as turbinas e lançar modelos que mesclam organização pessoal e entretenimento, uma combinação explosiva.

Dos últimos lançados no mercado brasileiro, os destaques são o Nokia 3250, MP3 player de qualidade que, de quebra, traz aplicativos de escritório como Office portáteil e o recente Nokia E62, um concorrente à altura do Blackberry.

O novo modelo E62, comercializado no país pela operadora Claro com exclusividade, traz aplicativos Office - planinha, editor de textos e de apresentações - além de players de Flash, Real Player (tocador de música digital) e tecnologias de ponta como GPS e Bluetooth.

Isso sem falar no acesso à internet - ainda mais confortável devido ao tamanho da tela - caixa postal com configuração simples de emails convencionais e webmails.

A Claro aproveitou a tela e a facilidade do sistema operacional Symbian, usado pelos Nokia, para incorporar, no aparelho, o aplicativo IdeiasTV, streaming de programas de TV por assinatura. São dez canais, que rodam com velocidade aceitável e fazem do aparelho uma opção bastante sedutora.

Os lançamentos da Nokia - e outros das concorrentes que ainda estão desovando modelos novos a cada dia - vêm provar que, se os fabricantes de handhelds (computadores portáteis) não abrirem os olhos, provavelmente serão engolidos pelo furacão smartphone.

Segundo a última pesquisa divulgada pela consultoria IDC, em agosto deste ano, o mercado mundial de handhelds tem caído freqüentemente - foram dez trimestres consecutivos de queda.

De acordo com o estudo Worldwide Handheld QView, feito pela IDC, os fabricantes de handhelds venderam, no segundo trimestre deste ano, um total de 1,4 milhão de aparelhos, queda de 26,3% comparado ao mesmo período de 2009.

No primeiro semestre deste ano, a venda somou 2,9 milhões de unidades, 21,4% menor em relação aos 3,7 milhões vendidos nos seis primeiros meses de 2009.

CELULAR MOVIDO A COCA-COLA...


Celular é movido a Coca-Cola, pode?

O conceito substitui a bateria tradicional por uma que utliza carboidratos

A designer chinesa Daizi Zheng criou um celular para a Nokia cuja bateria gera eletricidade a partir de carboidratos da Coca-Cola.
A bateria retira os carboidratos do açúcar e, na realidade, pode funcionar com qualquer líquido açucarado.

O potencial é de três a quatro vezes mais alto que a bateria convencional, gera oxigênio e água enquanto é consumida e é totalmente biodegradável.

Agora fala sério...quem deve ficar feliz? Os usuários ou a Coca-cola?

LAPTOP TRANSPARENTE


Laptop com tela transparente permite espionar enquanto se digita.

Os aplicativos aparecem de forma translúcida para que se veja o que acontece atrás

A Samsung criou um protótipo de laptop cuja tela é semi-transparente e usa a tecnologia de OLED.

Ele é equipado com um monitor de 14 polegadas, com as bordas feitas em plástico transparente

Quem já assistiu o filme AVATAR, deve ter visto coisa parecida!!

COMPUTADOR É FABRICADO COM MATERIAIS NATURAIS


Construído com madeira e couro, microcomputador consome um terço da energia de um computador normal

O Green PC foi criado pela empresa Design Hara ao pensar em otimizar o consumo de energia de computadores pessoais e utilizar materiais naturais.

O gabinete e teclado são feitos de madeira de cipreste italiana e jacarandá canadense, e a frente do gabinete é coberta com couro de ovelha.

Ele consome cerca de um terço da energia que um computador semelhante consumiria, e inclui processador Intel Core 2 Duo, quatro gigabytes de memória RAM e hard drive de um terabyte.

E aí? Quer um?

MARCAS DO SETOR DE TECNOLOGIA PODERÃO DESAPARECER JÁ EM 2010


Problemas econômicos, má gestão ou produtos obsoletos nem sempre são dificuldades passageiras para algumas empresas.

O site americano,24/7 Wall St. anunciou uma lista das 10 marcas que estarão extintas, segundo análise de especialistas do setor econômico, já em 2010.

Seis delas são do setor de tecnologia ou têm relação com ele.

Algumas das marcas sugeridas pelo site são famosas em todo o mundo, como a revista Newsweek, a fabricante de celulares Motorola, a multinacional de locação de vídeos Blockbuster e a Kodak, do setor fotográfico.

Veja abaixo os participantes dessa “lista negra":

Newsweek

A revista já diminuiu a projeção de circulação de 3,1 para 2,5 milhões, número que pode cair ainda mais para apenas 1,5 milhão no próximo ano.

A fuga de anunciantes chegou em 29,9% só nos primeiros três trimestres de 2009.

O impacto no faturamento não poderia ser outro: a revista sofreu a perda de 30 milhões de dólares até agora. Editorialmente, os resultados começam a aparecer, com uma cobertura menor de notícias de última hora e matérias mais aprofundadas.

Por sua vez, os internautas já começam a debandar, o site Newsweek.com teve 1,3 milhão de visitantes únicos em Outubro, uma queda de 15%.

Motorola

A companhia de celular e infraestrutura de telecomunicações, que chegou a ser a segunda empresa líder no mercado, caiu na obscuridade. O tempo da empresa de quebrar em pedaços chegou e ela já tem compradores rondando sua marca.

A companhia pretende vender sua divisão de equipamentos wireless e de cabeamento por US$ 4,5 bilhões. A capitalização de mercado é de US$ 19 bilhões e a dívida a longo prazo atinge US$ 3,9 bilhões e, em caixa, US$ 3 bilhões.

A divisão de maior sucesso da Motorola, a de celulares, caiu em rendimento quase pela metade no último trimestre.

Talvez o futuro dessa divisão seja o único mais claro: com o lançamento do Droid, a empresa pode respirar.

O problema é que o sucesso dessas vendas se devem muito mais ao sistema operacional Android, do Google, do que por mérito próprio.

Entre os possíveis compradores, estão a Nokia, Samsung e LG.

Palm

O smartphone da companhia teve um sucesso modesto após o lançamento do Pre. Mas o produto seguinte, o Pixi, não está tendo um bom desempenho.

O Pre enfrenta uma competição com o Droid da Motorola e novos handsets da Nokia e Samsung. Sem contar a concorrência esmagadora de outros dois celulares: iPhone e BlackBerry.

A Palm precisaria de parcerias com AT&T Wireless e Verizon, grandes empresas de telecomunicações nos EUA, para poder respirar.

A própria Nokia lançou uma previsão de que as vendas globais de celulares vão crescer no máximo 10% em 2010. O mercado não irá suportar o atual número de fabricantes.

Mesmo a LG e Samsung, segunda e terceira respectivamente na liderança desse mercado, têm linhas fracas de celulares.

A compra da Palm seria uma maneira fácil para essas duas empresas de avançar no mercado de usuários finais.

Borders

O grupo Borders perdeu a guerra de lojas onlines de livros para a Barnes & Noble e Amazon.com.

As ações da companhia caíram de US$ 4,48 para 1,20 e ela vale agora menos de US$ 80 milhões. Outros dados financeiros só comprovam sua derrocada.

A operação da Borders caiu para 361 lojas.

Com uma dívida líquida de US$ 375 milhões, um competidor como a Barnes & Noble poderia comprar US$ 2 bilhões em rendimentos por uma fração das vendas da empresa e cortar custos gerais e de administração para melhorar margens.

A Border está morta há dois anos, mas ninguém se lembrou de se livrar do corpo.

Blockbuster

As finanças da maior locadora mundial de vídeos não vão nada bem. O último trimestre comprova esse dado: a receita caiu de US$ 1,6 bilhão para 910,5 milhões e a companhia só tem US$ 141 milhões em caixa.

Atualmente, a empresa tem 3.662 lojas nos EUA e outras 1.703 no mundo. Muitas dessas lojas deram à Blockbuster dívidas no arrendamento e a companhia deveria reduzir bastante de tamanho para sobreviver.

Ela tomou fôlego ao renegociar parte da sua dívida e promover um fechamento de lojas em massa. O valor de mercado da empresa é US$ 125 milhões.

É certo que ela enfrentará a liquidação após falência em breve.

Fanie Mae e Freddie Mac

Essas duas agências hipotecárias, antes patrocinadas pelo governo norte-americano, perderam muito da sua influência depois da crise econômica.

Para o governo é mais fácil mantê-las no limbo do que retomar o controle das empresas. Analistas de mercado chegaram a dizer que suas ações valem zero.

Ambac

O grupo financeiro Ambac, uma das ex-seguradoras de títulos considerada sólida antes da crise, mantinha o mercado unido. Seu futuro é um grande ponto de interrogação atualmente.

Para a empresa manter suas operações funcionando normalmente, parece que o mercado de capitais teria de voltar no tempo, na época pré-crise, pois agora a missão parece impossível.

Eastman Kodak

A trajetória da Eastman Kodak tem sido uma queda livre desde a última década. O CEO Antonio Perez não foi capaz de pôr a companhia nos eixos desde que a assumiu em 2005.

A Kodak continua mantendo seus investimentos pesados e encara uma reestruturação tão longa que ninguém lembra quando ela começou.

Essa já foi uma das maiores marcas americanas do século 20. Mas a entrada no mundo da impressão digital foi tardia e muitas companhias menores se puseram à frente dos esforços digitais da Kodak.

Parece que a companhia está numa maré muito pior do que as de empresas de mídia impressa. Com a diferença crucial que os jornais podem viver ainda de anúncios de carros e imobiliários (tão logo o setor se recupere também).

Sun Microsystems

A Sun Microsystems pode ser integrada à Oracle ou pode também não ser. Seu destino como companhia independente tem ficado cada vez mais inevitável. A IBM estava interessada na Sun, mas desistiu.

E agora a Comissão Européia está de alguma forma preocupada com o controle excessivo do código aberto nas mãos da Oracle, mesmo que a maior parte dele seja gratuito ou tenha sido dado pela Sun para ela por nada.

Com a fusão das empresas bloqueada, a Sun tem de se mexer e rápido. Mesmo que a empresa não seja comprada, deve fazer ofertas de transformação e precisa de uma boa economia para que suas operações cruciais cresçam em um patamar rentável.

Mesmo que a Sun resista até o próximo ano, não será mais a mesma empresa que conhecemos atualmente.

E*Trade

O E*Trade, grupo de empresas que prestam serviços gerais relacionados a investimentos e finanças, é uma grande companhia com uma boa base de clientes. Mas foi ao chão ao oferecer empréstimos de risco e atuar como “banqueiro para usuários finais”.

A empresa ainda tem uma difícil jornada, empregou todo esforço apenas passar pela tormenta, e pode não ter recursos para se reerguer.

REVOLUÇÃO DIGITAL



Título: Revolução Digital
ISBN: 978-85-0206-792-9
Autor: Ethevaldo Siqueira
Editora: Editora Saraiva
Ano: 2007
Tipo: Brochura - 280x210 - 364 páginas

Sinopse

O autor - jornalista especializado em Tecnologia da Informação e Telecomunicações - traça volta ao ano de 1900 e, a partir daí, vai traçando um paralelo entre a evolução tecnológica e os principais acontecimentos históricos do século 20.

A obra permite ao leitor compreender de maneira simplificada quais as mudanças ocorridas do ponto de vista histórico que trouxeram novas necessidades tecnológicas.

Siqueira ainda analisa os progressos da telefonia, do rádio, da televisão e da eletrônica em geral.

Ethevaldo Siqueira tem mais de 30 anos de experiência em jornalismo, sempre cobrindo a área de telecomunicações.

Ao longo de sua carreira, ganhou dois prêmios Esso de Informação Científica (1969 e 1978), Prêmio Telesp de Jornalismo, Prêmio SUCESU de Jornalismo de Informática (1971) e Prêmio José Reis do CNPq (1985), entre outros.

BRASILEIRO GANHA CAMPEONATO DE TORPEDOS


Estudante ganha disputa de digitador de SMS mais rápido do país e leva R$ 10 mil

O estudante Marcondes Alves, 19, foi o vencedor da final brasileira do campeonato de torpedos LG Mobile WorldCup, campeonato de torpedos que elegeu o brasileiro mais rápido do mundo na categoria. O segredo da vitória, segundo o jovem do Rio de Janeiro, foi ter calma ao digitar as mensagens.

Na disputa, ele superou a estudante Rachel Tavares, 16, e ganhou um prêmio de R$ 10 mil, além de um celular LG Arena e o direito de disputar a final mundial do campeonato nos Estados Unidos.

O segundo colocado faturou R$ 5 mil, e o terceiro, R$ 3 mil. Os dois também levaram celulares novos para casa.

"Tem que ter os polegares preparados. Fiquei feliz, vou treinar mais ainda", comemorou o vencedor.

A competição aconteceu no espaço de shows Citibank Hall, em São Paulo, na noite de quarta-feira,23 de Setembro. Conduzido pelo apresentador Marcos Mion, o evento também teve a participação de bandas e cantores da cena pop nacional.

Oito finalistas provenientes de semifinais nacionais disputaram a prova, que consistia no envio de mensagens de 80 caracteres, cujo conteúdo era distribuído na hora e somente aos participantes.

Ao som de psy trance, os aficionados por torpedo tinham um tempo total de 45 segundos para digitar. A competição era intercalada pela apresentação de bandas e cantores.

O público escolhia as músicas que os artistas interpretavam. Como? Por torpedos, é claro. A cantora Pitty, por exemplo, interpretou "You Know, I'm No Good", da cantora britânica Amy Winehouse.

"Tenho preguiça de falar [no celular]", declarou a cantora Negra Li a respeito da popularidade dos torpedos, em um desses intervalos. Em seguida, interpretou a canção "Eu sei (Na Mira)", de autoria da cantora Marisa Monte.

Cabelos coloridos, bonés, tênis de marcas descoladas compunham o visual dos espectadores, a maioria jovens em torno dos 20 anos. Nessa profusão de cores, três "nem tão jovens assim" destoavam dos demais.

"Vim trazer meu irmão", disse, aos risos, o consultor tecnológico Josias Bisco, 30, enquanto o menino tímido para o qual apontou tentava --em vão-- negar o envolvimento na empreitada.

Bisco explicou que trabalha em uma operadora de celular, pela qual envia uma média de 700 torpedos ao mês. "Tem que ser rápido e ágil." Tem certeza que foi levar o irmão? "Estou aqui porque é legal. E tem shows!", explicou.

O MICROFERAS não podia ficar de fora dessa e foi lá conferir...

GOOGLE DAS MUAMBAS PARAGUAIAS



Muogle, ou o Google das Muambas, é um site de buscas que funciona como uma lista de compras para ser usada na aglomeração do mundo off-line. Sim, estamos falando do Paraguai.

Os desbravadores de eletrônicos alternativos, antes de visitar a região de compras da Cidade do Leste, podem consultar os preços e produtos disponíveis por dezenove lojas.

E o buscador é desenvolvido especialmente para os consumidores brasileiros, em português, com conversor de valores para reais.

Estão lá MP7s, MP10s, capas para telefones celular, carregadores, DVDs e videogames, entre muitos outros. São 27811 produtos – e a lista aumenta todo dia!

As aquisições, porém, não podem ser feitas pelo site. As mercadorias são listadas e agrupadas em arquivos “.txt”, um para cada loja, e são capturadas por uma pesquisa simples.

Caso o usuário goste do que viu, faz o orçamento na hora e clica sobre o produto para encontrar o endereço físico da loja. A partir daí, basta contar o dinheiro e visitar a cidade paraguaia.

No ar desde 2007, segundo a própria página, o site não é tão fácil de se encontrar pelo Google.

Sua URL corresponde a um dos nomes de seu desenvolvedor:

http://www.fitinge.com.br/py/py.html

Fonte: Info

O QUE É UM CIBORGUE ??

Um Ciborgue é um organismo cibernético



Um Ciborgue é um organismo cibernético, ou seja, é um organismo dotado de partes orgânicas e mecânicas, geralmente com a finalidade de melhorar suas capacidades utilizando tecnologia artificial.

O termo deriva da junção das palavras inglesas cyber(netics) organism, ou seja, “organismo cibernético”.

Foi inventado por Manfred E. Clynes e Nathan S. Kline em 1960 para se referir a um ser humano melhorado que poderia sobreviver no espaço sideral.

Tal idéia foi concebida depois de refletirem sobre a necessidade de estabelecer uma relação mais íntima entre os seres humanos e máquinas, em um momento em que o tema da exploração espacial começava a ser discutido.

Clynes transmitiu essa idéia escrevendo uma introdução para o livro Cyborg: evolution of the superman (1965) de D. S. Halacy, onde fala de “uma nova fronteira”, não meramente espacial mas, mais profundamente, o relacionamento entre o “espaço interior” e o “espaço exterior” - uma ponte… entre a mente e a matéria .

Desenvolvedor de instrumentação fisiológica e de sistemas de processamento de dados, Clynes era o diretor científico do Laboratório de Simulação Dinâmica do Rockland State Hospital, em Nova York…

Por favor, diga o que achou deste artigo.

TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

As TICs na Sociedade em Rede

Estamos em um período de transição social e tecnológico caracterizado pela "era do acesso". Na sociedade atual, tudo é sistêmico e interconectado, afinal, vivemos a era da informação e do conhecimento.

Nessa Sociedade em Rede, é cada vez mais frequente ouvirmos a expressão "TIC", mas são poucos que sabem o que isso significa e sua real importância.

TIC significa Tecnologias de Informação e Comunicação, surgiram na famosa Terceira Revolução Industrial, mas foi nos anos 90 que passaram a ser desenvolvidas com mais intensidade.

A maioria dessas tecnologias se caracterizam por horizontalizar, agilizar o conteúdo da comunicação, por meio da digitalização e da comunicação em redes para a captação, transmissão e distribuição das informações.

Como exemplo de TICs, podemos citar: os computadores pessoais (PCs), a internet, o correio eletrônico (e-mail), a TV por assinatura, entre outras.

Enfim, as TICs são só uma amostra de como a sociedade moderna está modificada. Tornamo-nos a "Sociedade em Rede", e é importante que a população adapte-se a ela, pois como disse Castells (1999):

"Dentro da rede, novas oportunidades são criadas e fora da rede é difícil sobreviver".

INCLUSÃO SOCIAL OU DIGITAL?

INCLUSÃO SOCIAL OU INCLUSÃO DIGITAL?

A informática modificou profundamente a vida moderna. Um mundo virtual desenvolveu-se de maneira paralela ao mundo tangível da realidade cotidiana; nele, as distâncias são inexistentes e a comunicação é imediata. Compra, venda, negócios, turismo, lazer - tudo a um clique de distância.

Tornou-se possível viver sem sair de casa, e mesmo assim estar em contato com o mundo todo.

As redes são um fato e já há tempos deixaram de ser apenas uma novidade interessante, adquirindo um papel essencial na vida moderna - somos, por bem ou por mal, dependentes da tecnologia.

O acesso à informação é livre e horizontalizado. Se antes já se falava de globalização, o mundo virtual tornou-a um fato muito maior do que se poderia ter previsto; uma empresa pode manter um escritório nos Estados Unidos que coordena - em tempo real - sua produção em países distantes, no outro lado do globo.

Álbuns de música e filmes raros, anteriormente inacessíveis, estão disponíveis para download com poucos cliques, para quem souber onde procurar. A informação e a comunicação estão verdadeiramente democratizadas - claro, para aqueles que tem acesso a essa tecnologia.

A chamada Terceira Revolução Industrial, a revolução tecnológica, não trouxe apenas vantagens;

A desigualdade social tende a ser, mais e mais, agravada pela desigualdade tecnológica.

A falta de acesso à rede, por falta de recursos para ter acesso a um computador, torna-se um ciclo vicioso, por tornar inalcançáveis todos os processos dos quais a vida moderna passou a depender.

Hoje em dia tornou-se impossível falar de inclusão social sem falar também de inclusão digital.

FLAT PC DA LEADER TECH

A Leader Tech lança o Flat PC



A Leader Tech acaba de lançar o Flat PC, um conceito de desktop que busca economizar energia e espaço. Com a CPU integrada ao monitor, a nova máquina dispensa torre e cabos.

O conceito não é novidade - levando em conta que fabricantes como Apple, HP, Itautec e Semp Toshiba já lançaram modelos com CPU integrada - mas segue uma tendência de PCs cada vez mais compactos e práticos.

O Flat PC, também chamado de PC Painel, tem monitor LCD e oferece opções em preto ou branco.

Há uma grande variedade de opções de configuração, que vão desde o Celeron, o Corel 2 DUO e o Quad core, passando por até 4 GB de memória, HDD 360 GB e wireless integrado.

O objetivo, segundo o diretor comercial Jorge Nowak, é atender “desde o profissional que lida com imagens até o usuário mais jovem que gosta de games mais pesados“.

Veja pelo modelo abaixo:



O Flat PC já está disponível no mercado brasileiro. Para saber onde encontrar o produto, o consumidor pode entrar em contato com a Mazer Distribuidora - www.mazer.com.br.

Fonte: CRN Revista

O ALTO PREÇO DA INTERNET NO BRASIL

Custo impede que Web acompanhe salto das vendas de PCs no país

O custo ainda alto dos acessos à Internet impede que o volume de conexões à Web nos domicílios brasileiros acompanhe o crescimento do número de microcomputadores nos lares. Com isso, ano a ano cresce o volume de PCs sem qualquer conexão com a rede mundial, de acordo com pesquisa divulgada nesta quinta-feira pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

"A barreira continua a ser o custo elevado", afirmou Alexandre Barbosa, coordenador do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br), que desenvolveu a pesquisa. Entre os entrevistados, 54 por cento citaram o custo elevado como razão para não contratar algum tipo de conexão.

Em 2008, a diferença entre lares com computador e residências com acesso à Internet, dobrou de 4 para 8 pontos percentuais.

Dessa forma, 4 milhões de domicílios possuem hoje computador em casa, mas eles estão desconectados da Internet, já que 28 por cento das casas possuem PC, mas apenas 20 por cento dispõem de alguma conexão com a Web.

LAN HOUSES NO TOPO

Enquanto não consegue pagar uma assinatura mensal de Internet, o brasileiro utiliza cada vez mais as lan houses, ou pontos públicos de acesso à Internet, onde paga preços baixos pelo tempo de conexão. "Há lan houses que cobram 1 real por hora", citou Barbosa.

Entre os entrevistados, 47 por cento afirmaram utilizar o centro pago para se conectar, índice superior aos que acessam de casa, que foi de 43 por cento em 2008.

O estudo também mostrou queda nas conexões feitas a partir do trabalho, de 26 por cento em 2005 para 22 por cento em 2008, o que pode tanto ser um sinal do aumento das conexões em casa como das restrições das empresas ao acesso de funcionários.

Os centros públicos gratuitos de Internet, ou telecentros, criados por iniciativas de governo, ainda respondem por apenas 3 por cento dos acessos, de acordo com a pesquisa.

"Tem várias ações que o governo pretende fazer para que a Internet seja importante na vida do cidadão, é um esforço conjunto de vários órgãos de governo", disse Augusto Gadelha, secretário de política de informática do Ministério de Ciência e Tecnologia, que participou do encontro com a imprensa através de videoconferência.

"As lan houses são certamente um meio bastante efetivo para a inclusão digital, no entanto os telecentros têm uma missão especial, muito ligados à educação, a objetivos específicos. Não temos que colocar um em oposição a outro, eles são complementares", acrescentou.

Rogério Sant'Anna, secretário de logística e TI do Ministério do Planejamento, ainda lembrou que os telecentros são hoje em número muito menor que as lan houses, ainda que admita que não há dados oficiais que mostrem quantos centros de acesso pago existem no país.

"Na verdade existe algo em torno de 5 mil a 6 mil telecentros, não chega a 1 por município", afirmou o secretário.

RÁDIO EM QUEDA, CELULAR EM ALTA

De acordo com a pesquisa TIC Domicílios, que pelo quarto ano consecutivo mediu a adoção de tecnologia dentro do lares, o uso do rádio tradicional vem caindo ano a ano, mas pode estar sendo substituído pelas emissoras online ou pelo acesso a estações pelo celular, segundo os organizadores do estudo.

Em 2005, por exemplo, 92 por cento dos lares dispunham de aparelhos de rádio, índice que caiu para 87 por cento em 2008.

O total de lares com telefone fixo também caiu, de 54 por cento em 2005 para 40 por cento em 2008, enquanto o uso de celular saltou de 61 por cento em 2005 para 76 por cento dos domicílios no ano passado.

O computador portátil, ainda que represente uma fatia muito pequena dos lares, saltou de 1 para 3 por cento do total entre 2005 e 2008. Já o computador de mesa estava em 17por cento dos lares há quatro anos e em 28 por cento deles no ano passado.

SÃO PAULO (Reuters)
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