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MENINO FICA MILIONÁRIO COM LOJA VIRTUAL

Menino de oito anos fica milionário com loja virtual de bolinhas de gude.



Um menino de oito anos se tornou milionário ao abrir seu próprio negócio na internet, segundo informações do site Mail Online. Harli Jordean, morador de Londres, criou um site de vendas de bolinhas de gude que tem dado a ele e sua família milhares de libras por ano.

Harli Jordean aprendeu cedo a lidar com fornecedores, pedidos e entregas para manter de pé seu império de bolinhas de gude na internet.

O pequeno magnata de Londres mantém o site marbleking.co.uk e ganha milhares de libras por ano – com pedidos em vários lugares do mundo.

Harli ja é tão ocupado que teve de empregar sua mãe e os dois irmãos mais velhos para ajudá-lo a cumprir a demanda de produtos no website. Mas ele não reclama de estar sobrecarregado, pelo contrário, o menino se mostra profissional e com ambiciosos planos para o futuro.

“Meu sonho é ter uma cadeia de lojas. Ela seria como uma das maiores lojas de brinquedo do mundo, mas vendendo todos os tipos de bolinhas de gude” – disse Harli.

Ele revela que seus amigos o admiram por ter o próprio negócio e que são seus melhores clientes. O astuto empresário também revela que a chave para o sucesso é definitivamente a delegação. ”Eu gosto de ser o chefe, mas gosto de envolver os outros no trabalho. Assim, se algo dá errado não é tudo minha culpa”.

Harli conta ainda que decidiu começar o negócio quando algumas crianças mais velhas roubaram sua coleção de bolinhas. Então pediu para que sua mãe lhe comprasse mais na internet, mas os dois perceberam que não havia muitos sites dedicados àquele tipo de venda.

Harli então pediu permissão para começar seu próprio site. Em alguns meses, Tina, a mãe de Harli ficou chocada ao ver os pedidos crescendo e Harli cuidando de tudo sozinho.

MARCAS DO SETOR DE TECNOLOGIA PODERÃO DESAPARECER JÁ EM 2010


Problemas econômicos, má gestão ou produtos obsoletos nem sempre são dificuldades passageiras para algumas empresas.

O site americano,24/7 Wall St. anunciou uma lista das 10 marcas que estarão extintas, segundo análise de especialistas do setor econômico, já em 2010.

Seis delas são do setor de tecnologia ou têm relação com ele.

Algumas das marcas sugeridas pelo site são famosas em todo o mundo, como a revista Newsweek, a fabricante de celulares Motorola, a multinacional de locação de vídeos Blockbuster e a Kodak, do setor fotográfico.

Veja abaixo os participantes dessa “lista negra":

Newsweek

A revista já diminuiu a projeção de circulação de 3,1 para 2,5 milhões, número que pode cair ainda mais para apenas 1,5 milhão no próximo ano.

A fuga de anunciantes chegou em 29,9% só nos primeiros três trimestres de 2009.

O impacto no faturamento não poderia ser outro: a revista sofreu a perda de 30 milhões de dólares até agora. Editorialmente, os resultados começam a aparecer, com uma cobertura menor de notícias de última hora e matérias mais aprofundadas.

Por sua vez, os internautas já começam a debandar, o site Newsweek.com teve 1,3 milhão de visitantes únicos em Outubro, uma queda de 15%.

Motorola

A companhia de celular e infraestrutura de telecomunicações, que chegou a ser a segunda empresa líder no mercado, caiu na obscuridade. O tempo da empresa de quebrar em pedaços chegou e ela já tem compradores rondando sua marca.

A companhia pretende vender sua divisão de equipamentos wireless e de cabeamento por US$ 4,5 bilhões. A capitalização de mercado é de US$ 19 bilhões e a dívida a longo prazo atinge US$ 3,9 bilhões e, em caixa, US$ 3 bilhões.

A divisão de maior sucesso da Motorola, a de celulares, caiu em rendimento quase pela metade no último trimestre.

Talvez o futuro dessa divisão seja o único mais claro: com o lançamento do Droid, a empresa pode respirar.

O problema é que o sucesso dessas vendas se devem muito mais ao sistema operacional Android, do Google, do que por mérito próprio.

Entre os possíveis compradores, estão a Nokia, Samsung e LG.

Palm

O smartphone da companhia teve um sucesso modesto após o lançamento do Pre. Mas o produto seguinte, o Pixi, não está tendo um bom desempenho.

O Pre enfrenta uma competição com o Droid da Motorola e novos handsets da Nokia e Samsung. Sem contar a concorrência esmagadora de outros dois celulares: iPhone e BlackBerry.

A Palm precisaria de parcerias com AT&T Wireless e Verizon, grandes empresas de telecomunicações nos EUA, para poder respirar.

A própria Nokia lançou uma previsão de que as vendas globais de celulares vão crescer no máximo 10% em 2010. O mercado não irá suportar o atual número de fabricantes.

Mesmo a LG e Samsung, segunda e terceira respectivamente na liderança desse mercado, têm linhas fracas de celulares.

A compra da Palm seria uma maneira fácil para essas duas empresas de avançar no mercado de usuários finais.

Borders

O grupo Borders perdeu a guerra de lojas onlines de livros para a Barnes & Noble e Amazon.com.

As ações da companhia caíram de US$ 4,48 para 1,20 e ela vale agora menos de US$ 80 milhões. Outros dados financeiros só comprovam sua derrocada.

A operação da Borders caiu para 361 lojas.

Com uma dívida líquida de US$ 375 milhões, um competidor como a Barnes & Noble poderia comprar US$ 2 bilhões em rendimentos por uma fração das vendas da empresa e cortar custos gerais e de administração para melhorar margens.

A Border está morta há dois anos, mas ninguém se lembrou de se livrar do corpo.

Blockbuster

As finanças da maior locadora mundial de vídeos não vão nada bem. O último trimestre comprova esse dado: a receita caiu de US$ 1,6 bilhão para 910,5 milhões e a companhia só tem US$ 141 milhões em caixa.

Atualmente, a empresa tem 3.662 lojas nos EUA e outras 1.703 no mundo. Muitas dessas lojas deram à Blockbuster dívidas no arrendamento e a companhia deveria reduzir bastante de tamanho para sobreviver.

Ela tomou fôlego ao renegociar parte da sua dívida e promover um fechamento de lojas em massa. O valor de mercado da empresa é US$ 125 milhões.

É certo que ela enfrentará a liquidação após falência em breve.

Fanie Mae e Freddie Mac

Essas duas agências hipotecárias, antes patrocinadas pelo governo norte-americano, perderam muito da sua influência depois da crise econômica.

Para o governo é mais fácil mantê-las no limbo do que retomar o controle das empresas. Analistas de mercado chegaram a dizer que suas ações valem zero.

Ambac

O grupo financeiro Ambac, uma das ex-seguradoras de títulos considerada sólida antes da crise, mantinha o mercado unido. Seu futuro é um grande ponto de interrogação atualmente.

Para a empresa manter suas operações funcionando normalmente, parece que o mercado de capitais teria de voltar no tempo, na época pré-crise, pois agora a missão parece impossível.

Eastman Kodak

A trajetória da Eastman Kodak tem sido uma queda livre desde a última década. O CEO Antonio Perez não foi capaz de pôr a companhia nos eixos desde que a assumiu em 2005.

A Kodak continua mantendo seus investimentos pesados e encara uma reestruturação tão longa que ninguém lembra quando ela começou.

Essa já foi uma das maiores marcas americanas do século 20. Mas a entrada no mundo da impressão digital foi tardia e muitas companhias menores se puseram à frente dos esforços digitais da Kodak.

Parece que a companhia está numa maré muito pior do que as de empresas de mídia impressa. Com a diferença crucial que os jornais podem viver ainda de anúncios de carros e imobiliários (tão logo o setor se recupere também).

Sun Microsystems

A Sun Microsystems pode ser integrada à Oracle ou pode também não ser. Seu destino como companhia independente tem ficado cada vez mais inevitável. A IBM estava interessada na Sun, mas desistiu.

E agora a Comissão Européia está de alguma forma preocupada com o controle excessivo do código aberto nas mãos da Oracle, mesmo que a maior parte dele seja gratuito ou tenha sido dado pela Sun para ela por nada.

Com a fusão das empresas bloqueada, a Sun tem de se mexer e rápido. Mesmo que a empresa não seja comprada, deve fazer ofertas de transformação e precisa de uma boa economia para que suas operações cruciais cresçam em um patamar rentável.

Mesmo que a Sun resista até o próximo ano, não será mais a mesma empresa que conhecemos atualmente.

E*Trade

O E*Trade, grupo de empresas que prestam serviços gerais relacionados a investimentos e finanças, é uma grande companhia com uma boa base de clientes. Mas foi ao chão ao oferecer empréstimos de risco e atuar como “banqueiro para usuários finais”.

A empresa ainda tem uma difícil jornada, empregou todo esforço apenas passar pela tormenta, e pode não ter recursos para se reerguer.

UM ANO SEM BILL GATES

Um ano sem Bill Gates na Microsoft

Para alguns, ele é um visionário, um gênio. Para outros, a encarnação do diabo na Terra. A opinião das pessoas sobre Bill Gates é irrelevante, já que o legado de seus produtos dificilmente será esquecido.

Vejamos algumas fotos:













Numa sexta-feira, 27 de junho de 2008, Gates deixava o dia-a-dia da empresa e sua participação na Microsoft passou a ser apenas formal, de consultoria e com uma cadeira no conselho da empresa.

Ele comandou a Microsoft até 2008, quando tomava para si a responsabilidade total sobre a estratégia comercial dos produtos desenvolvidos. Agora ele está aposentado e dedica-se integralmente à fundação filantrópica fundada em conjunto com a esposa, a Bill e Melinda Gates Foundation — infelizmente, com presença ainda tímida na América Latina.

Desde julho deste ano (2008), Bill Gates começou a se dedicar integralmente à fundação, considerada uma das mais transparentes instituições de caridade do mundo e uma das mais contundentes quando o assunto é doação financeira.

NETWORKING AMBULANTE



Networking ambulante:
qual é a importância de guardar um cartão de visitas?


Freqüente nas reuniões ou eventos corporativos, o cartão de visitas é uma importante ferramenta de networking. Porém, ao se deparar com vários cartões, fica extremamente difícil memorizar em qual situação aquele cartão foi recebido e, principalmente, qual é a relação que aquela pessoa pode ter com a sua carreira.

De acordo com o gestor de comunicação e marketing da Milioni & Associados, Raphael Cruz, o cartão de visitas é a identidade da empresa ou pessoal.

"O cartão de visitas é muito útil para fazer o networking, que mantém atualizada a sua rede de contatos, além de possibilitar a troca de informações. Dessa forma, uma rede de contatos ativa significa mais oportunidades de negócios".

Modelo ideal

Segundo Cruz, não há um modelo de cartão de visitas ideal. Porém, antes de criar um cartão para si, a pessoa precisa responder as seguintes questões: quais são os meus clientes ou o público eu quero atingir? Em que tipo de empreendimento eu trabalho? Qual é a minha marca?

"Num cartão de visitas, você precisa evitar: informações incoerentes, falta ou excesso de dados, letras ilegíveis, cartões de visitas amassados, sujos e guardados em locais de difícil acesso. Vale lembrar que, ao entregar um cartão, você está se apresentando e, por isso, uma "venda"pode ser influenciada de maneira positiva ou negativa no ato da entrega".

Gafes

Ao receber um cartão, qual é a sua atitude? Coloca imediatamente no bolso sem olhar? Dobra o cartão? Erra o nome da pessoa, depois de ter recebido o cartão? Deixa-o na mesa de reunião?

Na opinião de Cruz, esses são os erros mais comuns de quem recebe um cartão de visitas. E toda essa situação constrangedora poderia ser evitada com a organização.

Como organizar?

Para o diretor de tecnologia da Arquivar, empresa especializada em gestão estratégica de documentos, Mario Pinho Sobrinho, a organização é fundamental na hora de consultar um contato.

"Ao armazenar um cartão de visitas nas famosas carteiras, depois de cinco meses, você perde a referência. Com isso, os cartões transformam-se em uma montanha de papel. O aconselhável é criar uma base de dados para os cartões".

Mas como criar essa base de dados? Sobrinho destaca que há diversas ferramentas que podem auxiliar nessa jornada.

"O Outlook, por exemplo, oferece uma lista de contatos bem completa, na qual o usuário pode colocar o nome, cargo, endereço, contatos e informações sobre determinada pessoa. Além disso, você pode criar uma boa base de dados em uma planilha do Excel e até digitalizar o cartão de visitas, com scanners especiais que leem todos os dados automaticamente e repassam para a planilha desejada".

Dicas

Sobrinho ressalta que ao fazer uma base de dados para os cartões de visita, o campo de observações deve ser bem utilizado.

"Por ser um espaço livre, o campo de observações pode guardar dados importantes e que fazem a diferença, como a data de aniversário, os gostos daquela pessoa, as circunstâncias em que você conheceu o dono do cartão e, principalmente, a maneira como aquela pessoa pode ajudar a sua carreira no futuro"

Cruz, por sua vez, ressalta que, em uma reunião com uma ou mais pessoas, é importante deixar o cartão em um local de fácil acesso para todos os participantes.

Revista Você SA

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A CRISE NA VISÃO DE ALBERT EINSTEIN

A CRISE SEGUNDO EINSTEIN

Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo.

A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos.

A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura.

É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias.

Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar "superado".

Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que as soluções.

A verdadeira crise, é a crise da incompetência.

O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis.

Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia.

Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um.

Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo.

Em vez disso, trabalhemos com vontade.
Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la.

(Albert Einstein )

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E TELECOM


Tecnologia da informação e telecomunicações

Um dos segmentos mais aquecidos da economia brasileira e mundial, o mercado de tecnologia da informação (TI) movimentou no Brasil, só em 2006, US$ 17,6 bilhões. A perspectiva, de acordo com consultoria IDC, é que em 2007 fechou com US$ 19,8 bilhões, continuou subindo em 2008 e espera-se em 2009 fechar com mais de US$ 25 bilhões.

Já os serviços de telecomunicações, que inclui telefonia fixa, VoIP, banda larga, serviços de dados e serviços móveis, segundo a IDC, alcançou, no ano passado, no País, US$ 37,3 bilhões.

Globalmente, os gastos com serviços de TI atingiram mais de US$ 730 bilhões em 2007, um crescimento de 8,7% em relação aos cerca de US$ 672 bilhões de 2006. As estimativas são do Gartner, que previu, para 2008, um aumento por volta de 6%, para quase US$ 780 bilhões.

Se por um lado as indústrias injetam tendências, contribuindo para a agitação destes setores, por outro as companhias usuárias de TI e telecom vêem seus orçamentos inflarem.

Os departamentos de TI nas empresas do Brasil tiveram um aumento de investimentos em TI na ordem de 8,38% em 2007, em relação ao ano anterior, de acordo com levantamento do Gartner. O volume foi maior que o estimado para o mundo (3,16%) e para a América Latina (5,44%), região que vem registrando aumentos nos gastos em tecnologia da informação. Em 2008, diz a IDC, subiu em média 13% na AL.

Emerson Gibi, gerente do grupo central de pesquisas da IDC Latin America, explica que o crescimento de 13% no mercado de TI latino-americano é significativo quando comparado às previsões de aumento de 5% na Europa e 7% na Ásia. Apesar disto, a região responde por apenas 3,3% do mercado global de tecnologia.

Em alta, a terceirização responde por grande fatia do mercado. Uma pesquisa da IDC revela expectativa de 18 % de crescimento no mercado de outsourcing de TI e telecomunicações até 2010 no Brasil.

A adesão das empresas aos serviços de outsourcing nestes segmentos movimentou quase R$ 6 bilhões em 2006. A IDC prevê que, em 2010, o mercado supere os R$ 13 bilhões.

Segundo o Gartner, em 2007, os serviços de outsourcing já chegaram a US$ 300 bilhões globalmente – 41% dos gastos totais em serviços de TI em todo o mundo.
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